Mundo

Bilionários: quanto custa manter um jato, iate e mansão em 2026

Manutenção de Gulfstream G700 passa de R$ 12 milhões por ano; iate de 80m consome R$ 48 milhões. Veja os números que poucos divulgam.

Redação Perspectiva Imobiliária·
Bilionários: quanto custa manter um jato, iate e mansão em 2026

Nesta semana, a revista Forbes divulgou a lista anual dos bilionários globais, e com ela vieram os números que alimentam o imaginário de luxo. Mas o que poucos mostram é o custo fixo de manter esse estilo de vida. Jatos, iates e mansões não são apenas compras: são contas mensais que superam o salário anual de 99% da população mundial.

De acordo com dados da consultoria Jetcraft, atualizados em julho, um Gulfstream G700 — o jato executivo mais vendido do mundo neste ano — custa cerca de US$ 78 milhões na aquisição. Mas a manutenção anual, incluindo hangaragem, tripulação, seguro e combustível, gira em torno de US$ 2,4 milhões, ou R$ 13,2 milhões pela cotação atual. Isso sem contar as horas de voo, cada uma saindo por aproximadamente R$ 28 mil.

Já no mar, um iate de 80 metros, como o 'Serene' de 2012, avaliado em US$ 300 milhões, demanda uma equipe de 24 marinheiros, cujos salários somam US$ 1,8 milhão por ano. Somando combustível, atracação, manutenção e seguro, o custo anual chega a US$ 9 milhões — R$ 49,5 milhões. Segundo a Boat International, o custo médio de operação de um iate desse porte é de 8% do valor do barco por ano.

E as mansões? No Brasil, o mercado de luxo segue aquecido. Segundo a Abrainc, as vendas de imóveis de alto padrão cresceram 12% no primeiro semestre de 2026, com destaque para mansões em condomínios fechados em São Paulo e no Rio. Uma mansão de 2.000 m² em Angra dos Reis, com heliponto e píer privativo, sai por R$ 85 milhões. Só de IPTU e condomínio, o custo mensal é de R$ 120 mil.

Para quem quer viver como bilionário sem ser, a dica dos especialistas é começar por imóveis de luxo menores, como coberturas de 400 m², que custam a partir de R$ 12 milhões e têm manutenção de R$ 40 mil por mês. O mercado de luxo brasileiro, puxado pelo crescimento do PIB e pela queda da Selic para 9,75% ao ano, deve continuar aquecido no próximo trimestre.

A vida de bilionário é cara, mas os números mostram que o luxo também se adapta ao bolso de quem está disposto a pagar por experiência, não apenas por metros quadrados.

#bilionários#luxo#jatos#iates#mansões
0 comentário(s)

Comentários

para comentar.

    Continue lendo